Mostrando postagens com marcador Em Meio a Guerra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Em Meio a Guerra. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Nada o que fazer????

A Africa possui o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e o maior IPH (Índice de Pobreza Humana) do mundo, ou seja, o menor PIB per capita, a menor taxa de urbanização, as maiores taxas de analfabetismo, de subnutrição, de natalidade, de mortalidade, de mortalidade infantil e de crescimento demográfico).
Além disso, convive com as doenças e a fome (na Somália, na Etiópia e no Sudão) e as guerras civis em Angola, Serra Leoa, Burundi, Ruanda e na República Democrática do Congo (ex-Zaire) e de fronteira (Chifre da África).
África da fome, das guerras e dos refugiados morre lentamente, vítima da AIDS. Mais de 23 milhões de casos numa população de 760 milhões de pessoas.

Nos 16 países em que mais de 10% da população está infectada (36% em Botsuana, 25% no Zimbábue e na Suazilândia, 20% na África do Sul e em Zâmbia), o HIV matará cerca de 80% dos adultos.



 
O ministério Missão no Interior da África realiza um programa de alívio da fome que ainda atormenta o país. Há também um incentivo para a jardinagem sustentável, mas o clima cria condições agrícolas adversas. Para uma tribo nômade de pastores de camelos chamado de "Gabra," a seca dificulta a sobrevivência no norte do Quênia.
Para o ano passado, nenhuma chuva caiu sobre a região e nos desertos que o povo Gabra chamar de lar. Mais do que isso, porém, o Gabra vive em uma seca espiritual. Poucos receberam Jesus, a “água viva”. Em vez disso, eles tentam matar a sede com ritos de passagem, sacrifícios e bênçãos ao seu deus e seus ancestrais, e continuam vivendo em um deserto espiritual.
Os crentes Gabras muitas vezes ganham vida nova em Cristo rapidamente, mas precisam desesperadamente de discipulado, para que suas tradições não os impeçam de crescer espiritualmente. A Missão estima que há, possivelmente, cerca de 100 crentes evangélicos entre os Gabras.

Este é só um exemplo, o que podemos fazer para demonstrar o amor de Deus, nada??



domingo, 20 de junho de 2010

Um grito de socorro

Um obreiro da terra no Turcomenistão recebeu de um pastor no Quirguistão, Ásia Central, um pedido de socorro diante da trágica situação de guerra em que vive a região e que, infelizmente, os meios de comunicação não divulgam ao mundo.
Independente da antiga União Soviética desde 1991, o Quirguistão briga há 4 anos com o vizinho Uzbequistão pela disputa na fronteira. Como eram repúblicas soviéticas, sem demarcação precisa, agora quirguizes e uzbeques disputam limites territoriais.
Segundo o pastor, bairros inteiros dos uzbeques foram queimados e destruídos, com vários corpos espalhados pelas ruas. Nem crianças foram poupadas dos ataques a facas por parte de jovens quirguizes, quase sempre alcoolizados. Eles destroem tudo o que é uzbeque.
“Parece que tudo foi diligentemente planejado por autoridades políticas do país. Eles não tomam atitude alguma contra esta onda de violência”, lamenta o pastor.
A informação é de que há uma ordem oficial para que os policiais atirem contra os criminosos. Mas o que o pastor tem visto são carros da polícia circulando pelas ruas, sem impedir atos violentos. Um grupo radical chegou a invadir um armazém do Exército, levando diversos armamentos.
O pastor denuncia que a ajuda humanitária que chegou ao país só atingiu alguns “escolhidos”, pois a maioria da população continua sem acesso a alimentos e medicamentos.
Em seu grito de socorro, o pastor tenta mostrar ao mundo o que alguém tenta impedir que a sociedade internacional saiba. “Temos medo de ficar sozinhos com a nossa tragédia. Nossa esperança está unicamente em Deus!”
Os uzbeques vivem em constante situação de pânico. Abra seus olhos a este pedido de socorro e ore pelo fim deste conflito.

fonte: JMM